Crescer também é escolher onde não crescer

Crescer uma operação não é apenas vender mais.

Tem muito de escolher onde não crescer.

Até porque os recursos para alavancar crescimento nunca são abundantes.

Quando assumi uma das regionais de Governo e Instituições no Santander, havia espaço muito para crescer.

Mas também havia dispersão. E muita.

Uma equipe de 4 pessoas.

Uma geografia imensa.

E muita energia sendo gasta sem o retorno proporcional.

Muitos clientes. Muitas frentes.

Pouco foco.

O primeiro movimento não foi acelerar. Embora fosse o natural.

Preferimos ajustar a direção.

Reduzimos a dispersão, priorizamos contas estratégicas e organizamos a atuação comercial com mais clareza.

Isso trouxe duas consequências imediatas:

Mais foco e mais consistência

E, com o tempo, resultado.

Depois de validar a tese de crescimento, ajustamos o tamanho da equipe para avançar também em prospecção.

Em três anos, a margem saiu de R$34 milhões para mais de R$180 milhões.

Mais do que o número, o que ficou foi o aprendizado:

Crescimento sustentável não se alcança apenas fazendo mais.

É preciso fazer melhor — e de forma consistente.


Publicado originalmente no LinkedIn em 24 de abril de 2026. Ver post original.

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